Pablo Neruda, Neruda, Chile, Parral, literatura, Poesia,

   
  Pablo Neruda o poeta do mar
  1954 - 1963
 


1954

Janeiro: Faz cinco conferencias sobre sua poesía na Universidad de Chile. Julho: Odas elementales, editora Losada; Las uvas y el viento, editora Nascimento. 12 de julho: celebra-se seus cinquenta anos de vida com grandes homenagens. Viajam escritores de todo o mundo para saudalo: Ai Chin e Emi Siau, da China; Ilya Ehrenburg, da URSS; Drdda e Kutvalek, da Tchecoslovaquia. Barrault se une às homenagenss recitando os poemas de Neruda em suas funções de teatro, em Santiago. Da América también asisten numerosos amigos: Elvio Romero, de Paraguay; Miguel Ángel Asturias, de Guatemala; de Argentina, Oliverio Girondo, Norah Lange, María Rosa Oliver, Raúl Larra, De Lellis y otros. Doa para a Universidad de Chile sua biblioteca e outros bens, e a Universidade concorda em financiar a Fundación Neruda para o Desenvolvimento da Poesía. 20 de junho: ato inaugural da Fundaçao Neruda. Pronunciam discursos o reitor da Universidad, don Juan Gómez Millas, e Neruda. Estes discursos são publicados em uma edição que é distribuida gratuitamente. Na Francia,publica-se Le Chant Général com ilustrações de Fernand Léger. Pablo Neruda, Choix de Poèmes, por Jean Marcenac, edição Pierre Seghers, da coleção Poètes d'Aujourd'hui, París, Tout l'Amour, edição Pierre Seghers. Publicam-se seus livros também na Hungría e Polônia; em Jerusalém, no idioma hebreu. Canto General, na União Soviética



Neruda com o poeta popular de
Isla Negra Gonzalito


1955

Se separa de Delia del Carril. Conclui a construção de sua casa La Chascona, onde se muda para viver com sua atual mulher, Matilde Urrutia. Funda e dirige a revista "La Gaceta de Chile", da qual saiem três números anuais. Publicam-se na Alemanha Que despierte el leñador, editora Insel Verlag, Leipzig, e Las uvas y el viento, editora Wolk & Welt, de Berlín. Publica-se uma seleção de sua poesía em árabe. Canto General, Collezione Fenice Guarda, da Bolonia, Italia. Uma coleção de poesías em idioma persa. Canto General, em Bucarest, Romênia. A editoria Nascimento, de Santiago, publica seu livro em prosa Viajes, que reúne varias de suas conferencias. Viaja à União Soviética, China e outros países socialistas, além de Italia e França. De regreso na América, dá recitais no Brasil e Montevideo e passa uma temporada de descanso em Totoral, Córdoba, República Argentina.

 
Celebração 50 anos de Neruda, em Isla Negra.


1956

Janaeiro: Nuevas odas elementales, editorial Losada. Fevereiro: regressa ao Chile. Setembro: Oda a la tipografía, editorial Nascimento. Publica El gran océano, em Estocolmo.

1957

30 de Janeiro: Obras completas, editorial Losada, em papel biblia. Começa a escrever Cien sonetos de amor. 1º de abril: viaja à Argentina. 11 de abril: é detido em Buenos Aires e permanece um día e meio na Penitenciaría Nacional; é posto em libertade depoiss dasintercessões realizadas pelo cónsul do Chile em Buenos Aires. Abandona a Argentina sem realizar o recital de sua poesía programada. Viaja pelos lugares de sua juventude: Rangún, Colombo e otras cidades do Oriente. Estas viajens se reflexaram em seu livro Estravagario. Publicam-se: Pablo Neruda, pela Mão de Jorge de Lellis, livro de estimação da poesía nerudiana, editorial La Mandrágora (há edicões posteriores), e Para una crítica de Pablo Neruda, por Roberto Salama, editorial Cartago, Buenos Aires. Realiza recitaiss em Montevideo. É nomeado presidente da Sociedade de Escritores do Chile. 18 de dezembro: Terceirro livro das odas, editorial Losada.

1958

Trabalha na campanha política para a eleição da presidencia no Chile. Realiza viajens e concentrações populares. 18 de agosto: Estravagario, editorial Losada.

1959

Durante cinco meses viaja pela Venezuela, onde recebe grandes honras. Alí conhece Fidel Castro, na embaixada de Cuba. 5 de novembro: Navegaciones y regresos, editorial Losada. 5 de dizembro: Cien sonetos de amor. Comienza a edificar, em Valparaíso, sua casa La Sebastiana.

1960

Sai de viajem. 12 de abril: a bordo do «Louis Lumière» finaliza Canción de gesta, dedicada a Cuba. Jean Marcenac traduz seu poema «Toros», que ilustra, com dieciséis aguafuertes, Pablo Picasso. Recorre la Unión Soviética, Polonia, Bulgaria, Rumania, Checoslovaquia, y reside el resto del año en París. De regreso, pasa a Italia y de allí se embarca para La Habana.Publica-se em Cuba Canción de gesta, edição de 25.000 exemplares. 14 de dezembro: edição definitiva de Cien sonetos de amor,Losada.

Pablo Neruda, Juvencio Valle, Laura Reyes, Matilde Urrutia, Nemesio Antúnez, Claudio Teitelboim.



1961

Fevereiro: regressa ao Chile. Canción de gesta, edición Austral, de Santiago de Chile. 26 de julho: Las piedras de Chile, edição Losada. 31 de outubro: Cantos ceremoniales, ediçãio Losada. O Instituto de Linguas Romances da Universidad de Yale (USA) o nomea nomea Miembro correspondente. Este cargo honorífico foi sido concedido entre outros poetas a Saint-John Perse e T.S. Eliot. Publica-se o milhonésimo exemplar de Veinte poemas de amor y una canción desesperada. Edição em París de Tout l'Amour, tradução de Alice Gascar.Nos Estados Unidos: Selected Poems of Pablo Neruda.


1962

Janeiro: «O'Cruzeiro Internacional» inicia «Memorias y recuerdos de Pablo Neruda: Las vidas del poeta» (10 números). 30 de março: lhe nomeam membro académico da Facultade de Filosofía e Educação da Universidad de Chile. Discurso de recepção por Nicanor Parra. Editorial Nascimento: Discursos de Pablo Neruda y Nicanor Parra. Abril: sai de viaje e visita a URSS, Bulgaria, Italia e França. 6 de setembro: Plenos poderes, editorial Losada. Regresa de sua viajem diretamente a sua casa de Valparaíso.



1963
Publica -se Sumario, impreso por Tallone, em Alpignano, Italia. Este livro se incorporará depois ao Memorial de Isla Negra. Na revista «BLM» («Bormiers Litterata Magasia»), de Estocolmo, Arthur Lundkvist, da Academia Sueca, publica um extenso artígo: «Neruda». Dezembro: Pablo Neruda ilustra os sonetos de Homero Arce publicados com o título de Los íntimos metales, en los Cuadernos Brasileros.



Neruda con Marcel Marceau
en "La Chascona".
Foto por Antonio Quintana

 

 
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